Detidos no protesto serão investigados por tentativa de homicídio e pelo crime de terrorismo, punível com até 30 anos de prisão
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Cinco pessoas foram presas por suposto envolvimento com o ataque sofrido pelo comboio do presidente do Equador, Daniel Noboa, afirmou o governo equatoriano nesta quarta-feira, após denunciarem os suspeitos por tentativa de homicídio. Os detidos serão investigados pelo crime de terrorismo, punível com até 30 anos de prisão, segundo as autoridades, após o veículo de Noboa ser apedrejado e alvejado por tiros durante um protesto indígena contra o seu governo na terça-feira.

O comboio presidencial foi atacado enquanto seguia para a cidade andina de Cañar, no sul do país, onde o presidente inaugurou uma estação de tratamento de água. Vídeos divulgados pela Presidência mostram a cena a partir do interior de um dos veículos, quando vários objetos atingem os vidros e alguém grita: “abaixem a cabeça”. Outras imagens externas mostram um grupo de manifestantes — alguns deles indígenas com trajes tradicionais — lançando pedras e paus enquanto a caravana avança sob o som de sirenes.

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